A seda????o paliativa em doentes terminais
Vida Humana
Breve história da morte volunt??ria
Vida Humana
Embora a morte dos seres humanos seja, em geral, uma morte "natural", isto ??, resultante da idade, de ferimentos ou de doenças, a op????o pela morte "volunt??ria" - o suic??dio, o suic??dio assistido e a eutan??sia (SSAE) - tem sido, desde que h?? registos da história humana, uma forma de reagir aos problemas da vida.
Da c??lula adulta ?? embrion??ria
Vida Humana
As recentes descobertas do japon??s Shinya Yamanaka [1,2] e do norte-americano James Thompson causaram sensa????o no mundo da ci??ncia e menos na sociedade. Talvez porque as revela????es da ??reprograma????o gen??tica?? das c??lulas adultas deixam fora de combate o modelo de obten????o de c??lulas-m??e baseado na experimenta????o com embri??es humanos.
A experiência de sete anos de eutan??sia na B??lgica
Vida Humana
A B??lgica aprovou uma lei da eutan??sia em 2002, levada pelo exemplo do pa??s vizinho, os Pa??ses Baixos. Em ambos os pa??ses, o processo foi polémico, pela firme oposi????o de algumas autoridades sanit??rias, religiosas e políticas; nos dois casos, a lei foi promulgada com a oposi????o dos democratas cristãos.
Hip??crates fora de jogo
Vida Humana
Uma ética m??dica bem fundamentada ?? a melhor protecção dos profissionais contra a ingerência política e burocr??tica, assim como face ??s inconstantes reivindica????es sociais e a qualquer intromissão estranha ?? profiss??o. ?? esta a tese proposta por Hans Thomas, director do Lindenthal Institut de Col??nia.
Dignitas: a falsa dignidade do suic??dio
Vida Humana
A propósito da morte do director de orquestra Edward Downes e da sua mulher, assistidos pela associa????o Dignitas, Times Online recuperou uma reportagem do seu correspondente em Zurique, Roger Boyes, onde se descobrem alguns particulares sobre o modo de operar desta que alguns meios chamam, faltando ?? exactid??o, uma "clínica".
Um filho a qualquer preço no mercado da fertilidade
Ética Médica e Científica
No ano passado nasceram em Espanha sete mil crianças com técnicas de reprodução assistida. Um facto que come??ou por ser uma pr??tica isolada est?? a converter-se num recurso frequente. Enquanto a tecnologia continuar a avan??ar e os casais estiverem dispostos a dar tudo para terem um filho, vale tudo.










